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Biscaia fala sobre segurança em evento na Tijuca

junho 18, 2010 por marcia 

O ex-Deputado Federal e Procurador de Justiça Antônio Carlos Biscaia falou ontem (16/06) a 100 moradores da Grande Tijuca, incluindo líderes comunitários de associações de moradores locais, sobre as benesses da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no bairro. O “VII Fórum da Tijuca”, promovido pelo Vereador Reimont, discutiu o tema “Segurança Pública e UPPs” e contou também com a participação do Deputado Estadual Gilberto Palmares, do Comandante da UPP do Borel, Aspirante Pedro Nogueira, do Delegado da 19ª Delegacia de Polícia (DP), Luís Cláudio Cruz, dos padres Wanderley, da Paróquia São Camilo, e Ricardo, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, de Maria do Céu Gouvêa, da Subprefeitura da Tijuca, e da Inspetora Cristina, também da 19ª DP.

palestra segurança tijuca                     Segundo Biscaia, o planejamento de segurança pública viabilizado pelo Estado do Rio foi iniciado em 2000, quando o Presidente Lula o chamou para coordenar “um novo programa federal na área de segurança pública”. O “Programa de Segurança Pública para o Brasil” foi finalizado em fevereiro de 2002, orientando o primeiro Governo Lula no setor. “Em 2007, quando eu era Secretário Nacional de Justiça e Secretário Nacional de Segurança Pública, implantamos no país o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Com as boas relações entre o Governo Federal e o Governo do Rio, definiu-se que o Rio de Janeiro seria alvo das novas políticas nesta área”, afirmou o deputado.

De acordo com Biscaia, o programa trouxe melhorias sociais e na área de segurança. “Vemos o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC – do Complexo do Alemão, e a implantação das UPPs, como a do Borel. As Unidades Pacificadoras são prova irrefutável de que a segurança pública pode ser trabalhada com uma nova visão, sendo inadmissível existirem locais onde o Estado não possa viabilizar políticas públicas de educação, lazer, esporte, cultura, moradia e cidadania. O programa modificou a forma de lidar com as comunidades carentes, pois sabemos que o ser humano está em primeiro plano. Com ele, os recursos públicos federais no setor passaram de R$ 300 milhões para R$ 6,7 bilhões”, contou Biscaia aos presentes.


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