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CPI da Violência Urbana visita o Rio de Janeiro

outubro 9, 2009 por marcia 

biscaia_na_alerj.jpgIntegrante da comissão, o deputado Biscaia destaca a contribuição da professora Jaqueline Muniz para os trabalhos dos parlamentares

Brasília (09/10) – O deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ) participa de atividades que a CPI da Violência Urbana da Câmara dos Deputados está realizando no Rio de Janeiro, para colher informações a fim de elaboração de um diagnóstico preliminar sobre o tema. Na quinta-feira, houve audiência pública na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que ouviu o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, a coordenadora do Grupo de Estudos em Justiça Criminal e Segurança Pública da Universidade Cândido Mendes, Jaqueline de Oliveira Muniz, e o professor Ignácio Cano, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Nesta sexta, os parlamentares federais prosseguem com audiência pública na ALERJ e visitam o Morro Santa Marta e a Cracolândia.

A presença das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) nas favelas da cidade do Rio de Janeiro foi debatida na audiência pública como uma das alternativas para o fim da violência. “O que ouvi mostra que estamos no caminho certo. As UPPs precisam continuar a ser implantadas, não surtirão efeito a curto prazo, mas lá na frente as futuras gerações terão mais qualidade de vida”, avaliou Biscaia, que é um dos idealizadores do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) executado pelo Ministério da Justiça em parceria com estados e municípios.

professora_jaqueline_muniz.jpgA professora Jaqueline Muniz, convidada pela CPI por indicação do deputado Biscaia, defendeu a ampliação e a estabilidade das UPPs. Essas unidades, na opinião da especialista, não podem sofrer descontinuidade, como aconteceu com iniciativas anteriores no estado. “O que precisamos agora é prestar institucionalidade à política pública e apresentá-la com regularidade junto à Alerj, que é a Casa popular, para que possamos, como sociedade, colaborar para esta boa governança”, afirmou.

O Rio tem atualmente quatro UPPs e serão instaladas mais 43 até o fim de 2012. (Assessoria de Imprensa com Alerj)


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